Crônicas Divagações

Essência

No vídeo, os mesmo velhos trejeitos. Os gestos já conhecidos para contar uma história. Sequer sabia do que falava. Reconhecia as expressões.

– O tempo passa, mas a essência é a mesma.

– Eu sei… Eu sei!

O espírito pode vestir qual for a forma do corpo. A luz é sempre a mesma. Reconhecível até mesmo à distância como vagalume cujo verde logo me diz seu nome.

Somos luzes que se revestem de humanos. Nessa forma sólida, buscamos conquistar espaço entre água e terra. Somos luzes andantes e vagueantes. Existindo em torno do grande Sol. Somos raios fugidios de um todo maior que nós, que ao mesmo tempo também somos.

Que brilhemos e raiemos em essência, enquanto distantes da grande Luz.

 

Ligia Tosetto do Prado

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