(Ins)pira Relacionamentos

Cabelo, mudança e relacionamento

mudança

O Facebook me lembrou que há um ano eu tinha esse cabelão aí.

Eu lembro de tudo desse dia. Lembro sobretudo que se alguém me dissesse que rasparia essa cabeleira, eu ia dizer que a pessoa tava maluca.

Nessa época tava no auge do amor com ele. E isso me faz pensar sobre muitas coisas.
Uma delas é o tempo dos relacionamentos. A minha com o meu cabelo durou um bom tempo até que foi definhando, virou um bando de nó (literalmente), tirei a lateral até que mandei tudo embora.

O que me leva às mudanças. Mudanças não ocorrem de uma hora para a outra. Elas são pequenos passos que caminhamos em fuga da morte e em direção ao novo. Sempre há algo que acaba ou se desajusta dentro de nós para que ainda timidamente caminhemos em direção ao novo. Podemos acelerar as coisas, dar uma de Britney e querer mudar tudo de uma vez. Derrubar paredes é rápido. Lenta é a construção das novas.

Fins de relacionamentos representam, portanto, pequenas mortes que passamos para que as mudanças que nós precisamos possam vir. Podem ser bruscas e desatar todos os nós. Ou podem ser lentas mas ao mesmo tempo sofridas por se sentir cada momento do adeus.

O amor quando morre é como uma flor que murcha. Pode virar adubo para o solo.

É um eterno ciclo de deixar ir e receber.

Ligia Tosetto do Prado

 

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