Divagações Relacionamentos

Amor

Sinto que o amor é como as coisas simples da vida. Mesmo como respirar. Não faz alarde mas está sempre lá te permitindo pulsar.

Não te tira do eixo. Não te revira do avesso.

Te mantém vivo.

E assim também percebo as alegrias da vida. Menos barulhentas e mais serenas. Ainda que nos causem certa angústia em certos momentos.

Afinal, é preciso certa emoção para se viver. Falo daquela que te bambeia as pernas, permeia o vazio e se entrega ao deleite do êxtase. Para depois descansar no nada.

Há ritmo e cadência. E bem longe está daquele desalinho que nos leva do inferno aos céus para logo em seguida nos chutar sem pára-quedas das nuvens.

Sempre refutei a facilidade e a tranquilidade do mundo. Via nessa leveza do vento um devaneio. Não pode ser assim tão fácil, pensava.

Mas quando se tira das costas o peso de carregar as falsas imagens, percebe-se que a natureza tem seu tempo entre florir e desabrochar.

Cabe ao jardineiro decidir com que ânimo se quer esperar. Nada mudará o tempo da terra. Tudo pode mudar o interior do plantador.

Ligia Tosetto do Prado

 

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