(Ins)pira

Eu sinto

lili

Um dia eu mudei o verbo. Passei a falar “eu sinto” no lugar de “eu penso”. A partir de então, tem sido assim. As conversas são baseadas em “Eu sinto que(…). O que você sente?”. No começo é bem estranho. Muitas vezes ainda é. As vezes o interlocutor não entende ou não sabe o que sente. Expor sentimentos dá medo.

Mas desde que eu comecei a sentir, minha vida tem sido mais intensa.
Sim, você sente o bom e o ruim em igual proporção. Sim, nos momentos ruins é muito ruim. Só que o bom que vem depois é TÃO bom que mesmo que dure dois dias faz tudo valer a pena.

Eu vivo para sentir o mundo. Penso e reflito em seguida. Esse é o meu jeito de existir.

Eu sinto. E você, sente o que?
Te espero do outro lado da ponte dos sentidos e sentimentos. Um aviso: nós somos intensos.

 

Ligia Tosetto do Prado

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