Crônicas

Bolachas e Rosas

Sonhei com um funeral. Não sei ou senti quem era o defunto. Via só o pedaço de pano. Sobre o pano, havia pacotes de bolachas recheadas. Sim, de todos os tipos. Trakinas, Calipso, Wafer…

Poucas pessoas ao meu redor, com as cabeças baixas e sem rosto, visíveis apenas os braços guardando junto ao peito um pacote de bolacha cada um. Eu, igualmente, estava com um dito e uma bendita…rosa. Um a um, meus colegas deixaram seus pacotes sobre o pano, manifestando seu pesar. Eu observei, dediquei a bolacha e fiquei confusa quanto à rosa.

Afinal, era ou não para colocar a flor?

Dei de ombros. Dediquei com amor uma rosa branca. Junto com muitas bolachas recheadas.

Se for para morrer, já dizia Caio Fernando, que seja doce.

 

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