Poesia

O que sobra depois que você se reinventa?

borboleta
Revisitar. Rever. A repetição, muitas vezes, nos faz pensar, por um minuto, que voltar ao ponto inicial é um retrocesso. Um ato desesperado de tocar aquilo que, um dia, foi. De fato, em alguma medida, assim o é. Damos um abraço no passado, em quem fomos e naqueles com quem convivemos, com o corpo quase que em contradição, dando um passo para cumprimentar o futuro e dizer até logo.
Vivemos entre momentos. Efêmeros. Que, por algumas vezes, vividos de forma semelhante, nos remetem a quem fomos e quem, hoje, somos.
Se é verdade que andar para frente nos permite reconstruir a cada dia quem queremos ser, talvez seja também verdade que olhar, mergulhar e beber um pouco do passado nos possibilite descobrir nossa própria essência. O que sobra depois que você se reinventa? Qual é aquele núcleo, sempre presente, que te faz simplesmente ser?
É… revisitar é, também, aprender. E voltar, definitivamente, pode significar avançar.
Ligia Tosetto do Prado

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