Poesia

Cheia de Lua

Toda vez é assim. Sentimento borbulhando, sono atrasado e o outro mundo me levando pra lá. Me acostumei a ficar revirada. Aquela cara de quem não tá entendendo é nada. Pra de repente, como quem não quer nada, ir pra cozinha tomar uma água, olhar para a janela e encontrar, bem lá no alto, a tal bem iluminada:

Lua Cheia.

E eu aqui, cheia de lua, tomada por sua face oculta. Nada novo sob a escuridão do céu.

Um acalento para minha profundidade: está tudo explicado.

Brilha, Lua!

Ligia Tosetto do Prado

http://www.surrealizacion.com

 

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3 comentários

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